Senador participou de evento em São Paulo, elogiou aliados e defendeu impeachment de ministros do STF
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (1º), durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo, que o ex-presidente Jair Bolsonaro deverá “subir a rampa do Planalto” em janeiro de 2027 caso ele vença a eleição presidencial deste ano.
Segundo o parlamentar, a declaração foi feita ao pai durante visita na última quarta-feira. Jair Bolsonaro está preso na Papuda, em Brasília, no âmbito de investigações relacionadas à suposta trama golpista.
O evento marcou a primeira participação pública de Flávio após ser anunciado como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Ele discursou por cerca de 15 minutos e encerrou a fala com o lema “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.
Críticas a Lula e ao STF
Durante o discurso, o senador direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e defendeu a possibilidade de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de 2027, caso haja maioria favorável no Senado.
Ele também mencionou o projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, aprovado na Câmara e vetado pelo presidente Lula, que pode alterar penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro. O veto ainda aguarda análise do Congresso Nacional.
Flávio afirmou que pretende atuar pela derrubada do veto e declarou que parte dos envolvidos nos atos poderá ser beneficiada, caso a proposta seja confirmada.
Acenos a eleitores e aliados
O senador também fez menções ao eleitorado feminino e às famílias de baixa renda. Ele citou a ampliação do valor do Bolsa Família para R$ 600 durante o governo Bolsonaro e mencionou leis voltadas à proteção da mulher aprovadas no período.
No ato, Flávio elogiou o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ambos presentes no evento. Também discursou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
Nikolas Ferreira fez menção à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que não participou do ato.
Investigações citadas
Ao criticar o governo federal, Flávio mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo empresários e pessoas ligadas ao filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva. A PF apura transferências financeiras feitas por uma consultoria ligada ao empresário Antônio Camilo Antunes para empresa de uma pessoa próxima a Lulinha.
O caso está em investigação e não há decisão judicial definitiva.
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